A
violência que não afeta somente as grandes cidades está representada pelo alto
índice de roubos, sequestros, estupros, latrocínios, mortes e outras
denominações. Essa bateria de nomes que causam dor e medo na população é fruto
das ações impensadas de adultos e adolescentes. Iludidos por promessas de conseguir
bens materiais de maneira rápida e consequentemente uma vida melhor os
indivíduos começam a se enveredar no mundo das ações ilícitas. Geralmente
iniciam com um simples roubo até chegar ao seu primeiro homicídio. Nesse
contexto pouco importa o resultado de suas ações o essencial é o seu bem estar.
Quando
são presos esses jovens passam parte de sua vida no cárcere privado pagando pelo crime que cometeu e tendo que se
adaptar ao sistema carcerário brasileiro. Para promover a melhoria do infrator,
o sistema usa o método da disciplina a citar o uso do uniforme da prisão, as
diversas filas sejam elas para comer, beber água e tomar banho. Mas, não da
para entender se viver em celas lotadas com pouca higienização, estrutura
defasada e o convívio com pessoas que praticou desde leves ações ilícitas até
as mais graves, ajudará ao infrator se tornar uma pessoa melhor.
Na
verdade o sistema carcerário brasileiro deve passar por uma transformação
radical, afim de que essas pessoas que praticaram ações ilícitas sejam tratadas
com rigor e disciplina. Ensinar a prática de esportes e de atividades
remuneradas é importante para que elas saiam com um aprendizado e com a
consciência de que as ações anteriores só causam prejuízo a ele e a sociedade.
Mas,
o apoio familiar ainda é muito importante para a recuperação dessas pessoas,
pois, muitos desses jovens e adolescentes vivem a margem da sociedade e na
maioria dos casos foi constatada a ausência do pai e de uma boa estrutura
familiar. Outra questão é como a família e a sociedade recebem as pessoas que já
foram presas, pois, na maioria das vezes são tratadas com preconceito e precisam
também do apoio da sociedade e do governo proporcionando empregos que possam
incluir esses indivíduos na sociedade.
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